Uma história interessante sobre o disco de vinil
que também era conhecido pelos radialistas e DJs
O disco de vinil surgiu no final da década de 1940, mas sua origem está relacionada aos antigos discos de goma-laca usados desde o final do século XIX. Esses discos de goma-laca rodavam a 78 rotações por minuto (RPM) e eram mais frágeis e limitados na qualidade sonora.
Em 1948, a Columbia Records lançou o primeiro disco de vinil de longa duração (LP) rodando a 33⅓ RPM. Esses LPs tinham maior capacidade de armazenamento e qualidade sonora superior. No ano seguinte, a RCA Victor introduziu os discos de 45 RPM, destinados principalmente a singles e músicas populares.
Nas décadas de 1960 e 1970, os discos de vinil alcançaram seu auge, tornando-se o principal formato para a distribuição de música. Eram uma forma de arte completa, com capas elaboradas e encartes cheios de informações.
Nos anos 1980, com a chegada do CD, o vinil começou a perder espaço. No entanto, a partir dos anos 2000, houve um revival dos discos de vinil, impulsionado por colecionadores, DJs e amantes da música que apreciam seu som mais “quente” e a experiência física de manusear um disco.
Hoje em dia, os vinis são valorizados tanto como objetos de coleção quanto como uma forma autêntica de apreciar música.
Fonte: com ajuda do Chat GPT